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Tratamento da Calvície Masculina

A Alopecia Androgenética é uma condição que afeta mais os homens, pois a queda dos cabelos está diretamente associada à presença dos hormônios sexuais masculinos, de modo especial à presença da testosterona. As mulheres também produzem esse hormônio, mas em quantidade bem pequena. Por isso, nelas, os casos de calvície são mais raros e, quando ocorrem, a perda é menos drástica.

Os primeiros sinais da calvície nos homens (alopecia androgenética) podem aparecer entre 17 e 23 anos. Dezessete anos é uma idade realmente perigosa. Os cabelos não caem de uma vez, mas a queda é contínua, persistente e irreversível, porque é determinada pelos genes que a pessoa herdou do pai e/ou da mãe. No início, as falhas aparecem perto da testa. São as famosas entradas. Depois, é a vez da “coroinha de padre”, um círculo sem cabelos no topo da cabeça. Na maior parte dos casos, os cabelos continuam caindo e a calvície toma conta de toda a área superior da cabeça, sobrando apenas fios que se concentram numa faixa nas laterais e atrás da cabeça.

Quando os sinais começam a aparecer mais tarde, por volta dos 25/26 anos, a queda é mais lenta e costuma responder melhor ao tratamento. No entanto, o mais provável é que, depois dos 50 anos, todos os homens de uma família geneticamente predisposta apresentem, em grau menor ou maior, sinais da perda anormal de cabelos.

Por ser uma doença genética e progressiva, é importante iniciar um tratamento precoce, visando estacionar ou prolongar o tempo da calvície.

Queda de cabelo: até quando é normal?

Uma pessoa possui em média 100 mil fios de cabelo e é esperado que caiam cerca de 100 a 200 fios por dia, variando entre os indivíduos.

Uma queda exagerada dos fios pode ter várias causas, como hereditariedade, alterações hormonais, distúrbios psicológicos como stress e depressão, excesso de química, deficiência de vitaminas e minerais, pós-parto e pós-cirúrgico, entre outros.

Quanto mais precoce identificarmos a causa e iniciarmos o tratamento, melhor o resultado!

Calvície feminina

A Alopecia Androgenética Feminina ou Calvície Feminina, pode ser desenvolvida pelas mulheres em qualquer momento após a puberdade, embora seja mais comum em dois picos etários: entre 20-40 anos e na pós-menopausa.

Haverá uma rarefação dos fios, eles vão afinando cada vez mais até desaparecerem, e acomete a região superior/centro da cabeça.

Por ter um fator genético desencadeante, a perda de cabelo é contínua e progressiva. Por isso, a importância de iniciar um tratamento o quanto antes, para evitar uma progressão acelerada!

Poderosa arma contra queda de cabelos

Grande parte das pessoas sofrem de alopecia androgenética (AGA), conhecida como calvície. Ela pode estar diretamente relacionada a fatores genéticos e, quando tratada precocemente, pode ser controlada na maioria dos casos. Para evitar que o estágio da calvície se torne avançado, ao primeiro sinal de queda de cabelo acentuada, é importante procurar um médico para a realização do exame de tricoscopia – um exame que avalia o aspecto do couro cabeludo e saúde dos fios. Após a identificação da causa, deve-se iniciar o tratamento o quanto antes.

As alternativas de tratamentos podem variar de acordo com cada caso, desde o uso de medicamentos tópicos (soluções capilares) ou orais, associados a procedimentos médicos como laser, LED, microagulhamento e intradermoterapia. A vantagem da intradermoterapia ou mesoterapia capilar, em relação aos outros tratamentos para calvície, é que as medicações são injetadas diretamente na derme, camada intermediária da pele na qual se encontram os folículos pilosos. Assim, é estimulado o crescimento capilar, visando revitalizar os fios e as áreas de rarefação do couro cabeludo, além de fornecer substrato para que o cabelo cresça.